CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS »

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

...entre mim e o Deus.

"Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus."

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

As férias acabaram. o retorno é mesmo conflitante. ao mesmo tempo que não queremos, nos satisfazemos com o processo.
A rotina sufoca e até mesmo destrói um pouquinho do que somos mas já que o sistema nos obriga, vamos lá.
Meu cérebro está em turbilhão. peguei 5 turmas na escola particular, inclusive uma é turma de formandos e isso aumenta a minha responsabilidade como professora. na verdade esse ano a minha responsabilidade só tende a aumentar, será que alguma vez enquanto adultos a responsabilidade descreste? ou só cresce?
Alunos...A convivência entre os professores e alunos e mesmo instável. Ora amo meus alunos, e ora tenho a mais tenebrosa raiva. uma das minhas turmas é a mesma do ano passado e isso me alegra e me atormenta...não comparando, mas isso também acontece com os homems, que ora amo e ora odeio. não vivo sem eles mas também não convivo pacificamente.

Eu desejo tanto que por momentos quero me livrar desse desejo. talvez eu não esteja utilizando a magia a meu favor ou as leis do universo não estão permitindo que meu desejo se realize por algum motivo de força maior. quando tento desistir minha consciência me trai e me apunhá-la com um querer que abraça o mundo e dissimula minha alma.

Como uma existência pode incomodar tanto a minha? a cutucar-me por dentro e torcer meus sentimentos? como eu posso querer tanto sem ao menos entender esse querer? na verdade não quero entender já que para minha alma o que basta é ter...

O espiral precisa girar e a energia fluir, dentro, fora, entre. Apenas vou deixar que ele realize o seu ciclo...

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Pequenos detalhes, grandes benções.

Só queria registrar algo que lembrei e que não havia mencionado no outro post. No domingo eu estava voltando para casa de madrugada, depois de perder a última condução. Caminhando pela penumbra e conversando, eu e meu amigo nos deparamos com um lindo cachorro, com algumas semelhanças de rusky siberiano, um pouco de lobo, grande, avermelhado com algumas manchas brancas, mágico. ele surgiu do nada pulou e nos lambeu em forma de agrado, começou a nos acompanhar, no caminho desaparecia por instantes e por fim desapareceu como surgiu: do nada, mas acompanhou-me até em casa. Animal de poder, protetor. Tenho certeza disso. E é engraçado como a magia está o tempo todo a nossa volta, apenas temos que ter a sensibilidade de sentí-la, percebê-la, ouví-la, lê-la, saboreá-la ou simplesmente aceitá-la.

Presente da Deusa

A Deusa vive me presenteando. No pomar de minha casa tem muitos ninhos, porém dessa vez ele foi feito tão baixinho que pude comtemplar de pertinho.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

NÓS, COMO LINHAS NO TEAR DA DEUSA.

o Superficial acaba logo, como um pacote de bolacha recheada que precisa ser consumida imediatamente por não poder ser guardada. Rodrigo foi-se como homem e ficou como amigo. a bolacha foi bem saboreada, mas ela só serve para uma fome imediatista, que tem pressa.

a menina que existe em mim prevaleceu por esses dias, ela se fez tão despojada e audaciosa que resolveu amar e se doar em lugares públicos. a mulher que existe em mim havia esquecido como existem coisas gostosas e que deixamos de lado por esquecer A face Donzela para prevalecer à responsabilidade da Face Mãe. amei com o céu e estrelas de testemunha, com os raios prateados da Mãe Lua banhando-me e fazendo-me ainda mais mulher, mais sensual. nada de banalização, apenas a Deusa amando o Deus. apenas dois espíritos pagãos Relembrando os tempos antigos onde se amavam pelos campos em função do Sagrado, da Natureza, da Essência e não por inconseqüência e desconhecimento.

a cosciência embotou-se de cores e confortou-se com plumas depois de 11 dias de espera. ele reapareceu, com sua virilidade, seriedade e hipnose que atrela meu olhar e minha atenção a ele de forma tão centrada a esquecer-me que existo. na verdade ele segue devagar passo a passo, para não tropeçar, tecendo o fio, construindo aos poucos para curtir o aparecimento, o método...deu-me uma carona e pediu meu número de telefone. o querer de uma bruxa chega a ser amedrontador, e eu o quero. Eu o quero como Deus Cornífero, consorte da Deusa que mora em mim. quero para cuidar, amar e enjoar, como deve ser.

NÓS, COMO LINHAS NO TEAR DA DEUSA.

Parece que algumas coisas no universo já estão interiorizadas em nós, como uma bagagem que carregamos há muitas vidas, e no paganismo vivemos isso de forma acentuada. ss informações, as imagens, parecem que já estão guardadas em algum canto de nossa alma e quando nos deparamos com elas apenas às reavivamos. ontem mesmo, visitando sites e blogs eco-feministas e pagãos parecia que eu me via naqueles textos e imagens, eu estava neles e eles em mim. habitavam meu espírito e já faziam parte de minha vida de algum modo que desconhecemos.
de fato, o universo é uma teia, estamos interligados por um mistério incompreensível. para tanto, o chamado inconsciente coletivo é responsável por tal ação, como um fio transparente, unindo nossas existências e nos aproximando etéreamente.
então, chegamos a conclusão de que o conhecimento e a sabedoria são coisas que podemos levar conosco pelos outros mundos e dimensões, sendo a única coisa que ninguém nos tira e que realmente tem um valor essencial.
o universo é mesmo um Espiral Sagrado onde todos se movimentam em sincronia perfeita, os poucos que saem do ritmo precisam recomeçar.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Leoa ou pantera?

Depois do post abaixo, devo admitir que Pantera tem inúmeras qualidades ou mesmo motivos de admiração, porém elas também sofrem. Na verdade, o sofrer é complexo, no paganismo aprendi que a dor não é ruim, somos nós que a dramatizamos colocando esta como o pior sentimento humano, mas ela tem suas vantagens e sabemos disso. Voltando ao assunto da Pantera: ela sofre embora pareça que só tenha virtudes.
Canso de ser a Pantera valente e invencível. Queria por algum momento ser a leoa defendida pelo seu leão, queria ter um Rei que cuidasse extintivamente do bando.
Ontem andando de baixo de uma tempestade, me dei conta que não tinha alguém para ligar e pedir que me buscasse, ou me levasse um guarda-chuva ou que simplesmente me acompanhasse durante o temporal. Nas horas de desespero, luto, batalho e quando sangro, me escondo num cantinho e espero cicatrizar...Não sei se optei por essa conseqüência ou se a vida a atirou sem perguntar-me se queria.

Sexto dia e a consciência continua em preto e branco, dessa forma continuo a esperar pelas cores e plumas...

Hoje fui ao Playcenter com meus filhotes de lua, me diverti muito e isso resultou num grande cansaço e dor no corpo.

Tenho fugido dos caçadores que querem se aproveitar dessa Pantera sedutora e audaciosa. Eles usam de todas as armas, e eu, os despisto pelos caminhos hesitantes. Fujo a procurar aquele caçador que na verdade vou devorar.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

COMO PANTERA


Ela era audaciosa e imponente, andava como uma pantera: cautelosa e soberana, voraz e delicada. Era apaixonada pela vida, pelas pessoas e pelo universo, isso era expresso em seus olhos cintilantes, sorriso constante e segurança escancarada.
Amara uma única vez e foi o suficiente para não repetir o que a inferiorizava perante a vida. Gostava de conquistar para depois sumir entre caminhos e destinos. Deixava todos com uma bagagem de admiração e rastros de sua genialidade. Manipulava e dominava como uma criança faz com uma bola. Quando pensavam que estava sendo amável e gentil, logo surgia uma trama e tramava bem, quase como um escritor de novela das oito. Também escorregava ao meio dos dedos de quem tentava segura-la, lisa e arisca, não se deixava prender-se e quando se enroscava parecia entregar-se e logo, desaparecia como ave no céu.
Ela deixava marcas, lembranças e sentimentos, e para isso, não podia permanecer, pois logo precisava estar em outro lugar, num outro momento e com outras pessoas para deixar as tais marcas que se espalham pelo mundo.
Um dia ela escorregou numa substância espessa chamada Amor, quando tentava se levantar caia novamente, a fugacidade e agilidade de nada adiantou, seu andar de pantera não serviu para esse momento e então, sentiu-se fracassada e impossibilitada com suas virtudes afogadas nessa mesma substancia. Seguiu andando e escorregando por um bom trecho de seu caminho, até entender que essa queda é fundamental para seu desenvolvimento existencial, para que seus valores se restaurem para um recomeço, assim a Roda da Vida continua a girar...
(19/07/08)
P.S. Apenas resgatando algo já publicado.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Lua Cheia

Ontem entrou a Lua Cheia, a representação da Deusa na fase de mãe, de mulher, de Diana. Ela estava linda no céu, com sua imponência e determinação, com seu brilho e seu feminismo escancarado. Eu aqui na mesma fase, de mãe, com o mesmo brilho e com a mesma imponência, admirada também, mas não tanto como.
Vivendo meus dias de férias, amando acordar 10h, fazer artesanato e ficar de papo para o ar. Na vida sentimental, um relacionamento superficial, ou talvez moderno que já dura quase um mês. Há momentos que gosto, outras adoro, e outras ainda abomino. Ele tenta me agarrar pelos cantinhos, não só tenta, mas agarra, beija e ainda esfrega seu sexo pronto em mim. Corro, ele me alcança, empurro e ele me agarra, fujo, e ele, me pega. É claro que gosto, mesmo com ele querendo o que todos querem: somente minhas habilidades sexuais e a sensualidade que as Deusas me propõem.

Homens ligando, me procurando, me esperando, me agarrando. Quantidades...mas tão poucas qualidades.

Três dias de espera para rever a imagem que conforta com plumas e cores a minha consciência. Três dias de desespero e ansiedade, contudo no dia chegado, o lugar permaneceu vazio, a minha consciência permaneceu em preto e branco, sem conforto e sem motivação. Hoje, já no quarto dia, o espaço continua vazio e minha consciência ainda sem cores. O que ainda me consola é que tenho a desculpa de estar com o CD dele, talvez seja uma arma, quero lutar e talvez precise de muitas mais armas, e, eu, como uma boa guerreira vou até o fim, pois sei bem o que quero e não desisto facíl, sanguar? isso já é de costume.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Imprecisão

Estou pensando seriamente em destruir o talismã que sorteei no último Sabbat. No momento em que retirei o talismã do saquinho eu esperava por algo como amor ou prosperidade, porém quando li “SEXO” acabei ficando contente por ser algo que combina comigo e também por precisar desse elemento naqueles dias, no entanto não para o ano de 2009, mesmo gostando exageradamente do ato. O resultado eu logo obtive, até mais rápido do que eu imaginava, na verdade não na prática, pois tenho rejeitado convites, mas as opções tem sido tantas e tenho sido tão procurada que acabei perdendo um pouco o sossego. Bom, talvez eu queime esse talismã antes do tempo previsto...
Tenho vivido momentos tão confusos. Sinto que meu equilíbrio já não é o mesmo e não sei o que causara tão duvidosos sentimentos. Turbulentos pensamentos e por mais que eu queira organizá-los parece que mais fogem do meu domínio.
Saudade que continua espetando meu peito como espinho. Mesmo em seguida de momentos satisfatórios e literalmente felizes as lembranças me atacam como animais ferozes e por vezes não consigo conter a dor e as lágrimas, escondo, oculto e isso acaba me sufocando por demais. Queria arrancar essa saudade de dentro de mim, queria puxar com força isso que aperta meu perto e me faz sucumbir. Por que tenho que conviver com esse sentimento? Não é como um brinco que você tira quando não combina com a roupa. Como um objeto velho que você troca quando não lhe agrada mais.
Ainda consigo sentir o perfume dele no ar, consigo visualizar com perfeição aquele rosto sério e ríspido, consigo sentir com culminância aquele ser de 1,87 m me abraçando fortemente, 108 quilos de músculo pesando sobre meu corpo, não sei se dói mais saber que nunca esquecerei esses momentos ou saber que nunca mais poderei revivê-los.
O ser másculo e viril que veio como substituição para confortar-me novamente cruzou meu caminho, não sei se propositalmente ou por mero acaso, mas confesso que estou vibrante com a situação. Na quinta voltei com ele novamente da academia. A seriedade dele me assusta um pouco, mas ao mesmo tempo me atrai, uma antítese amena, sublime. Algumas horas depois de me deixar em casa, ele retorna. Bateu palmas, chamou pelo meu nome e quando sai, através da penumbra percebi seu contorno e logo minhas pernas me desobedeceram e eu senti como se tudo estivesse fora do controle, no entanto ele apenas voltara para devolver meu celular que caíra no carro...
A vida é mesmo um sorteio, na sexta entre bebidas, diversão e risos acabei voltando ao mesmo ponto. Como um espiral, gira, gira e retorna ao mote. A amizade fez-se por demais e retornei a beijar aquele que sempre fora um grande e importante amigo, será que um dia a história muda? Ou a cena se modifica? Ou tudo acaba se acomodando de uma forma inesperada ou talvez já prevista?
Só queria alguém que me fizesse companhia nos melhores momentos, para olhar junto o pôr-do-sol, que me acomodasse em seu colo e conversássemos a noite toda sem se preocupar com o mundo. Um homem para dormir nos braços e contar as travessuras de infância. Um ser que me fizesse rir e outras chorar. Que me deixasse maravilhada e outras vezes assustada. Que me abraçasse com carinho, abrisse a porta do carro e tomasse no mesmo copo. São coisas ridículas, devo admitir que às vezes me sinto ridícula. Mas a sociedade nos embasa com esses sonhos utópicos ridículos. Não quero por a culpa no sistema, porém é como criamos nossas crianças: a espera de uma felicidade falsa, de um conceito fantasioso e de um modelo de vida inalcançável.
Desacredito nos conceitos hipócritas dessa sociedade falha. Porém nasci em uma época cristã e alienada. Pobre de mim, que um dia amei diversos homens pelos campos férteis, vivi em uma época o qual o feminino era sagrado e exaltado e agora reencarnei nessa era a qual sou obrigada a aceitar a monogamia e o patriarcado.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Lua crescente

A lua crescente representada por Diana, bela jovem a espera da maturidade, faz crescer tudo que se inicia em sua presença, então, quero esse sentimento que está brotando na minha alma feminina, cresça através do tempo e se transforme em uma camada energética abarcada em minha aura, e que essa aura abrace as outras próximas num laço dourado de amor e encanto.
Há momentos que os relacionamentos superficiais cansam e nos deixam um vazio maior do que a ausência de qualquer tipo de sentimentos. Estou um tanto entediada com tais superficialidades, sou louca por sexo, contudo somente o sexo sem qualquer tipo de envolvimento afetivo tem me frustrado. Acho que preciso parar tudo e repensar na situação.
Estou num momento confusão, tantas opções, parece que tudo vem a mim ao mesmo tempo, um inconsciente coletivo perturbando minha vida amorosa e sensualidade acirrada atraindo os Deuses Corníferos. Tempo da Ceifeira.
Alguém másculo, discreto e viril tem provocado as borboletas do meu cérebro e meus sentimentos femininos estão aguçados e tentando se libertar junto com as borboletas...Quando ele passa perto eu estremeço, quando ele me olha eu amoleço, e, quando ele se aproxima não sinto o chão, e na verdade nem eu mesma, eu fico descontrolada e isso é o sentimento feminino mais gostoso de se viver...quero prolongar essa fase mas ao mesmo tempo quero que ela passe como uma avião para que eu possa sentir meu corpo no dele, nem que seja somente as mãos em cima das minhas mãos, ts...já senti a mão dele na minha – tinha esquecido – ele me cumprimenta dando a mão, eu mais assanhada é que dou beijinho em seguida ts ts. Apenas sei que quero que a grandeza pertencida a ele continue provocando a minha delicadeza, e que a masculinidade dele continue impulsionando minha feminilidade exacerbada.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Pássaros da saudade


Hoje os pássaros da lembrança vieram me visitar...agitados...vorazes, se batiam dentro de mim. Queriam sair, libertar-se mas algo os prendiam em minha alma. Machucavam-me, com seus movimentos bruscos e violentos, logo meu sangue vertia dos vãos e eu delicadamente limpava, tentando esconder a fraqueza como sempre faço.
Saudade é alcançar com a mente o que jamais se pode alcançar com as mãos, saudade é ter guardado num cantinho, um momento e poder revive-lo quantas vezes quiser. Como tudo tem um preço, essa tal de saudade custa a mais dolorida ferida d'alma, a dor mais intensa e instantânea da existência.
Os pássaros da saudade causaram turbulências no meu ser, e por algumas horas abati-me e sucumbi de tamanha dor e angustia.
E então, a magia trouxe-me um momento de canalização e graça: um passáro de luz libertou-se de minha alma e eu envolvi-me com minhas mãos e entreguei a ele todo o meu desejo e anseios, e, assim, soltei com toda a minha vontade aquele pássaro que foi, com sua liberdade e sagacidade levar o meu desejo e minha dor ao ponto ideal. Dessa forma a energia foi dissipada e absorvida da forma conveniente para que o espiral continuasse a girar com perfeição.
O pássaro voou para bem longe, contudo não tão longe eu encontrei o que me confortasse e tanto lembrasse a pessoa que minha mente e alma buscavam.
Talvez eu nunca mais verei o Leandro, nunca mais amarei alguém da mesma forma e com a mesma intensidade, cada pessoa é única em nossas vidas e deixa sua essência. Como tudo que é belo tem que morrer para ser perfeito, meu relacionamento com o Leandro morreu e na última nota completou-se no mundo. Porém, uma bruxa sempre consegue fazer com que a energia flua e os desejos se façam ou se desfaçam. O que eu vivi com o Leandro eu só reviverei através das lembranças mas alguém muito parecido com ele atravessou meu caminho, um homem que não se assemelha ao Leandro nos aspectos físicos mas também na personalidade: a seriedade marcada, imponência misturada com masculinidade... e assim a Roda recomeça, e continua a girar, fazendo com que o ciclo renasça.