Rastejante, audaciosa, vibrante com sua calda e sua defesa, ela cruzou minha realidade; Na pequenez, a grandeza de um poder amedrontador, ela carregava a imagem do perigo e a fantasia da ameaça. No embalo da beleza, o veneno mortal, sibilando a morte e carregando a vida. Eu a olhei com temor, mas ao mesmo tempo com todo o respeito e dor por sermos inimigas sem ao menos nos enfrentarmos. As cores cintilantes de sua aura causaram impacto em minha alma.
Por ela vivi um momento de adoração, em seu mistério, em sua reificação encontravam-se partes de meu mistério. Mataram-na pelo perigo escondido atrás da nobreza. Na morte daquela serpente, eu senti a angustia do fio sendo rompido, das divindades sendo afastadas de minha dimensão, ela foi desafiada, e como símbolo divino, como lado sombra da nossa consciência, ela nas traz com sua morte, a elevação de nosso egoísmo e o a falta de sintonia com o cosmo.
Ela levou um pouco de mim e eu guardei muito dela em minha existência, a imagem percorreu meu oculto e seu desenho registrou-se em minha consciência em forma de consolo. Eu a tenho aqui dentro de mim e isso me faz melhor.
Por ela vivi um momento de adoração, em seu mistério, em sua reificação encontravam-se partes de meu mistério. Mataram-na pelo perigo escondido atrás da nobreza. Na morte daquela serpente, eu senti a angustia do fio sendo rompido, das divindades sendo afastadas de minha dimensão, ela foi desafiada, e como símbolo divino, como lado sombra da nossa consciência, ela nas traz com sua morte, a elevação de nosso egoísmo e o a falta de sintonia com o cosmo.
Ela levou um pouco de mim e eu guardei muito dela em minha existência, a imagem percorreu meu oculto e seu desenho registrou-se em minha consciência em forma de consolo. Eu a tenho aqui dentro de mim e isso me faz melhor.



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